quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

E quando a mente resolve bloquear a criatividade?

bloqueio-criativo

Imagine-se na seguinte situação: você quer  – ou precisa  – desenvolver um trabalho. Pode ser um texto, uma peça artística, um relatório para o seu chefe, um artigo para a sua graduação... Enfim, qualquer coisa que exija um certo tempo de dedicação e criação. Porém, ao começar com o desenvolvimento da atividade sua mente trava. Não sai absolutamente nada. Bloqueio. Pânico total.



Quem nunca passou por essa situação? Acho que qualquer pessoa, das que trabalham com criação àquelas que se julgam sem criatividade nenhuma já enfrentaram um bloqueio criativo. Para mim, a forma que eu encontrei de lidar com ele é falando sobre ele. 

Não que eu não consiga ter ideias, as tenho praticamente a todo momento, inclusive tenho vários temas de post nos rascunhos do blog. Mas parece que minha mente resolveu me gongar e toda vez que abro a janela para escrever eu travo completamente. Dá branco. Não consigo formular nem uma frase sequer.

Escrever é a coisa mais difícil!

Já aconteceu isso outra vezes comigo e digo com conhecimento de causa que um dos fatores determinantes para o fluxo (ou falta de fluxo) criativo é o ambiente. Não o lugar físico em si, apesar de ter sua parcela de influência, mas principalmente os estímulos aos quais estamos expostos. Boas relações interpessoais, bom ambiente de trabalho e boas referências ajudam bastante em uma boa criatividade. E quando acontece o contrário – ambiente de trabalho ruim, relações ruins e falta de referências interessantes  – as chances de haver um bloqueio são enormes. Inclusive há um ótimo texto sobre como isso o fator ambiente é determinante, listando alguns fatores pelos quais criativos talentosos estão deixando agências de m*rda


A solução que funcionou para mim foi identificar o quê está influenciando negativamente e tentar ao máximo minimizar ou anular completamente os efeitos que isso exerce na minha vida. Apesar disso, nem sempre é possível tomar uma atitude imediata, há uma série de outros fatores que podem dificultar esses ajustes. E é nesse momento que o melhor a fazer é encarar a situação toda como um aprendizado. E ter bastante paciência. Aliás, é um ótimo treino de paciência. Afinal nada dura para sempre, como diz o ditado.  

Esse texto, no final das contas, foi fruto de um dos maiores bloqueios criativos que eu estou enfrentando na minha vida até o momento. Sei exatamente o que me bloqueou e como reverter a situação mas, para isso, preciso ter paciência. Não posso largar tudo, há outras coisas que me impedem atualmente. Enquanto isso, vou tentando desenvolver os rascunhos de futuros posts e, de vez em quando, escrevendo textos-desabafo sobre falta de criatividade aqui no blog. 

Eu fiz o melhor que eu pude.

Fotos e Gifs: Reprodução

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Ellie Goulding - Love Me Like You Do

Admito que não esperava muita coisa do filme baseado no livro 50 Tons de Cinza. Porém hoje saiu o clipe da trilha sonora do longa metragem, cantada pela minha querida Ellie Goulding. Posso confessar? Deu vontade de assistir o soft porn estrelado por Dakota Johnson e Jamie Dornan. A música-tema é uma balada super contagiante, daquelas com uma pegada meio épica, sabe? Que te faz querer sair por ai cantarolando o refrão e dançando junto com a batida.

O filme baseado no livro de E. L. James tem estréia prevista para o dia 13 de fevereiro de 2015, um dia antes do Valentine's Day americano.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

5 documentários para assistir nas férias


Eu amo um bom documentário. Inclusive já listei alguns documentários de moda aqui no blog, por isso dessa vez farei indicações mais gerais. Esse foi um dos temas propostos lá no Rotaroots que eu adaptei, já que eles sugerem uma lista de sitcoms ou filmes, mas já fiz uma lista de filmes anteriormente. Espero que vocês gostem das indicações!  

Thrive


Esse é um dos documentários mais chocantes e esclarecedores que eu já vi. Ele é um ponto de partida para quem nunca leu sobre o que realmente está acontecendo em nosso mundo. Em alguns momentos parece até meio surreal, porém no site oficial estão todas as fontes consultadas e confirmadas. Esse é um dos documentários que todo mundo deveria assistir.


Fat, Sick & Nearly Dead


Joe Cruz possuia 54kg de gordura corporal em excesso, estava carregado em esteroides e sofrendo de uma doença auto-imune. Praticamente com a certidão de óbito assinada, ele resolveu confiar na capacidade do próprio corpo de curar-se e resolveu fazer uma dieta líquida de sucos durante 60 dias. E, durante essa jornada em busca do próprio bem estar, ele atravessa os Estados Unidos, conversando com pessoas sobre alimentação, saúde e longevidade. É bastante inspiradora a força de vontade dele de se tornar realmente saudável, e mostra que só não consegue ter um estilo de vida diferente quem realmente não tem muita vontade. Recomendadíssimo.


The Money Fix


Esse é mais um documentário que todos deveriam ver. Ele explica bem direitinho de onde vem o dinheiro, sua emissão e qual o truque usado há tantas gerações pelos bancos para criá-lo a partir do nada e endividar pessoas e sociedades, criando o sentimento permanente de escassez – também mostra a implicação disso na mente das pessoas numa ótica filosófica e humana. Ele mostra também algumas soluções para sair desse ciclo  que já vem sendo adotadas em alguns lugares, como a moeda local, o sistema mútuo de troca de tempo e o sistema de permutas baseados na colaboração.


DMT - A Molécula do Espírito


Esse documentário relata as experiências do Dr. Rick Strassman através de suas pesquisas pioneiras sobre a molécula dimetiltriptamina (DMT). Esta substância é encontrada em plantas e no cérebro humano e intriga os cientistas pelos efeitos que ela causa apesar de sua estrutura molecular tão simples. Os cientistas mostram que na atualidade não há motivos para manter assuntos do campo espiritual longe da ciência e que tais fenômenos psicodélicos devem ser estudados. Os pesquisadores mais otimistas (e sensatos) acreditam que a molécula está relacionada à glândula pineal (conhecida como "glândula do espírito") e que ela pode ser uma facilitadora da dissociação momentânea entre corpo e alma. Muito interessante para quem está aberto à novos conhecimentos. 


Dzi Croquettes

Dzi Croquettes foi um grupo de teatro e dança dos anos 70 que teve importância histórica para o Brasil. Eles revolucionaram os palcos brasileiros com seus espetáculos andróginos e debochados em plena ditadura militar, abalando as estruturas sexuais das pessoas da época, abrindo portas e quebrando tabus. Atualmente esse é um dos documentário brasileiros mais premiados. O mundo anda precisando de menos coxinhas e mais Croquettes...



Foto: Reprodução
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